Ray Dalio, arquiteto de um dos maiores fundos de cobertura do mundo, ergue a voz sobre o que considera ser uma fragilidade estrutural da maior economia do planeta: os Estados Unidos caminham, na sua leitura, para uma crise de dívida nos próximos três anos. A advertência não vem de um alarmista, mas de alguém cuja filosofia de investimento assenta na antecipação de ciclos — e a sua recomendação, abandonar obrigações americanas em favor de ouro e bitcoin, é tanto um diagnóstico como um mapa de sobrevivência. No fundo, Dalio coloca uma questão que transcende os mercados: até quando pode uma nação