Há décadas, o embargo americano sobre Cuba existe como instrumento de pressão política — mas em 2025, com novas sanções impostas pelo governo Trump, ele assumiu uma dimensão mais crua e imediata. O chanceler Bruno Rodríguez, em Havana, nomeou o que vê: não uma política, mas um bloqueio genocida que custa 8,1 bilhões de dólares ao ano e transforma a falta de combustível em apagões de dias, água insegura e crianças estudando no escuro. Entre a linguagem da segurança nacional em Washington e a linguagem do genocídio em Havana, são os cubanos comuns que habitam o espaço entre as palavras.
Cuba denuncia embargo dos EUA como 'genocida' com perdas de US$ 8,1 bi em 2025
População cubana enfrenta apagões prolongados, falta de água potável, deterioração de alimentos e surtos de doenças intestinais, com crianças estudando quase no escuro e impossibilidade de dormir por calor extremo.