Cruzeiro e Chapecoense empatam sem gols na ida das oitavas da Copa do Brasil

Impedimento milimétrico separou o Cruzeiro do avanço
Um gol foi anulado pelo VAR no primeiro tempo, deixando o jogo em aberto até a volta.
Mark

Por que um empate sem gols é tão significativo aqui? Parece um resultado comum.

Mimi

Porque o Cruzeiro era o favorito claro. Jogar fora de casa contra o lanterna da série e não conseguir vencer — isso muda a dinâmica. Agora o Cruzeiro tem que vencer em casa, o que é pressão.

Mark

A Chapecoense realmente jogou bem, então?

Mimi

Não é que tenha jogado bem. É que jogou inteligentemente. Defendeu compacta, recusou o jogo aberto, e o Cruzeiro não encontrou brechas. Um time em dificuldade pode fazer isso — virar uma parede.

Mark

E aquele gol anulado do Cruzeiro? Isso foi decisivo?

Mimi

Mudaria tudo se tivesse valido. Mas o impedimento era milimétrico, segundo o VAR. Esses detalhes — centímetros — definem quem avança e quem vai embora.

Mark

O que esperar da volta em Belo Horizonte?

Mimi

O Cruzeiro vai sair para vencer. Jogar em casa muda o psicológico. Mas a Chapecoense já provou que consegue resistir. Pode ser um jogo ainda mais tenso que este.

  • O Cruzeiro chegou a Chapecó como favorito, mas a Chapecoense — lanterna da Série A — impôs resistência desde o primeiro minuto, transformando o jogo em um confronto de igual para igual.
  • Um gol de Kaique Kenji foi anulado pelo VAR por impedimento milimétrico, retirando do Cruzeiro o que seria a vantagem mais importante da partida.
  • Bolasie e Fernando responderam com finalizações que exigiram intervenções do goleiro Otávio, mostrando que a Chapecoense não apenas resistiu, mas também ameaçou.
  • No segundo tempo, Arroyo e Fagner tentaram forçar o resultado pelo lado direito, mas as redes permaneceram intocadas até o apito final.
  • O empate em 0 a 0 transfere toda a pressão para Belo Horizonte: o Cruzeiro precisa vencer, enquanto a Chapecoense pode avançar com um novo empate ou qualquer vitória.

Na Arena Condá, em Chapecó, Cruzeiro e Chapecoense protagonizaram um duelo de contenções e equilíbrios pelas oitavas de final da Copa do Brasil, encerrando os 90 minutos sem gols. O favorito não encontrou caminho pelas defesas organizadas do lanterna da Série A, e um gol anulado pelo VAR resumiu a frustração celeste. A decisão da vaga permanece suspensa no ar — e será resolvida em Belo Horizonte, onde o peso de jogar em casa pode inclinar a balança.

A Arena Condá recebeu neste domingo um duelo tenso pelas oitavas de final da Copa do Brasil, com Cruzeiro e Chapecoense empatando sem gols. O jogo começou em ritmo acelerado — Fernando quase abriu o placar logo no primeiro minuto para os donos da casa, e o Cruzeiro respondeu rapidamente com Arroyo invadindo a área. Aos 12 minutos, Kaique Kenji balançou as redes após cabeçada de Fabrício Bruno em escanteio, mas o VAR anulou o lance por impedimento milimétrico. A Chapecoense ainda exigiu boas defesas de Otávio com finalizações de Bolasie e Fernando antes do intervalo.

Apesar de ocupar a lanterna da Série A, a Chapecoense demonstrou organização defensiva e não permitiu que o Cruzeiro construísse qualquer vantagem clara. O técnico Artur Jorge não conseguiu imprimir o domínio esperado sobre um adversário que transformou o confronto em uma batalha de resistência.

No segundo tempo, o Cruzeiro intensificou a pressão pelo lado direito com Arroyo e Fagner, mas sem efetividade. A Chapecoense promoveu a entrada de David no lugar de Fernando, e o placar permaneceu zerado até o fim. A decisão da vaga fica para Belo Horizonte, onde a Raposa jogará em casa e precisará de uma vitória para avançar — enquanto o time catarinense pode se classificar com um empate ou qualquer resultado positivo.

A Arena Condá, em Chapecó, foi palco de um confronto travado neste domingo entre Cruzeiro e Chapecoense pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O resultado foi um empate sem gols que deixou a decisão da vaga para a próxima fase em aberto — e nas mãos do Cruzeiro, que jogará em casa na partida de volta.

O jogo começou com ritmo acelerado. Logo no primeiro minuto, Fernando quase abriu o placar para os donos da casa com um chute que passou perto. O Cruzeiro respondeu aos três minutos quando Arroyo invadiu a área e disparou uma tentativa que saiu pela linha de fundo. O equilíbrio era evidente, mas o Cruzeiro chegou perto de sair na frente aos 12 minutos: Fabrício Bruno cabeceou para Kaique Kenji marcar após cobrança de escanteio. O gol foi anulado pelo VAR — impedimento milimétrico do atacante. Depois disso, a Chapecoense respondeu com finalizações de Bolasie e Fernando que exigiram boas defesas do goleiro Otávio. Na sequência, o ritmo caiu e as duas equipes administraram o jogo até o intervalo com o placar zerado.

A Chapecoense, apesar de estar na lanterna da Série A, mostrou organização defensiva e resistência ao longo dos 90 minutos. O time do Oeste conseguiu endurecer o confronto e não permitiu que o Cruzeiro, mesmo sendo favorito, construísse uma vantagem clara. Artur Jorge, técnico do Cruzeiro, não conseguiu imprimir o domínio esperado sobre um adversário que vinha de uma temporada difícil.

No segundo tempo, o Cruzeiro tentou intensificar a pressão, principalmente pelo lado direito com Keny Arroyo e Fagner buscando criar oportunidades de gol. Mas as finalizações não encontraram o caminho das redes. A Chapecoense fez uma alteração aos 16 minutos, tirando Fernando e colocando David. Apesar das tentativas de ambas as equipes, nenhuma conseguiu converter suas chances em gol.

O empate deixa tudo aberto para o jogo de volta em Belo Horizonte, onde o Cruzeiro terá a vantagem de jogar em casa. A Raposa precisará de uma vitória para avançar, enquanto o time celeste pode se contentar com um novo empate ou qualquer vitória para seguir na competição.

O time celeste encontrou dificuldades e não construiu vantagem contra o lanterna da Série A
— Análise do jogo
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