Na manhã de 8 de setembro, o cruzeiro AIDAperla — uma embarcação alemã de mais de 300 metros e 125 mil toneladas — foi surpreendido por ventos de 110 km/h no porto de Le Havre, colidindo com o quebra-mar e derivando descontrolado por horas. O episódio lembra como a grandiosidade das obras humanas, por mais imponentes que sejam, permanece vulnerável à indiferença da natureza. Nenhuma vida foi perdida, mas o navio seguia atracado dias depois, em silêncio que sugere que a história ainda não chegou ao fim.