Quando as instituições vacilam, a economia sente antes que qualquer decreto seja assinado. A turbulência no Supremo Tribunal Federal transformou-se em risco concreto para o tecido econômico brasileiro, afastando capital, pressionando o câmbio e aprisionando o Banco Central entre a inflação que sobe e o crescimento que murcha. O que está em jogo não é apenas a reputação de uma corte, mas a confiança que sustenta investimentos, empregos e o valor do dinheiro no bolso de cada brasileiro.