Quando as instituições que sustentam a ordem jurídica de um país vacilam, a economia não espera para reagir — ela antecipa. A crise no Supremo Tribunal Federal, que em setembro de 2026 expôs fraturas profundas na cúpula do Judiciário brasileiro, transformou-se rapidamente em um fenômeno econômico mensurável: saída de bilhões em capital, queda nas projeções de crescimento e pressão sobre o câmbio e os juros. O que está em jogo não é apenas a reputação de uma corte, mas a confiança que move o dinheiro — e, com ele, empregos, crédito e o cotidiano de milhões de brasileiros.