Em meio a uma crise institucional que opõe ministros do Supremo Tribunal Federal, decisões que moldariam o futuro do trabalho para milhões de brasileiros permanecem suspensas. A disputa interna em torno do caso do Banco Master paralisa julgamentos sobre pejotização, uberização e reforma da Previdência — temas que tocam diretamente na dignidade e na segurança de trabalhadores comuns. O impasse revela uma tensão antiga entre as urgências do poder e as necessidades silenciosas da sociedade, com especialistas alertando que o vazio jurídico pode se estender até 2027.
Crise no STF adia julgamentos sobre pejotização, uberização e Previdência
Trabalhadores contratados como PJ e motoristas de aplicativos enfrentam insegurança jurídica prolongada, com perdas de proteções trabalhistas como estabilidade gestacional e igualdade salarial.