Em cidades ao redor do Brasil, o roubo de celulares revela uma cadeia criminosa invisível que começa no momento do assalto e se estende por oficinas clandestinas onde identidades digitais são apagadas e reescritas. A alteração do IMEI — o número que distingue cada aparelho no mundo — transforma dispositivos roubados em fantasmas eletrônicos, prontos para circular no mercado ilegal sem deixar rastros. Para as vítimas, a perda não é apenas material: é também a exposição silenciosa de tudo que guardavam dentro de suas telas. Autoridades e fabricantes travam uma corrida que o crime, por ora, não p
Criminosos desbloqueiam celulares roubados e alteram IMEI
Vítimas de roubo de celulares sofrem perda financeira e exposição de dados pessoais armazenados nos aparelhos.