Na quietude de uma madrugada de agosto, em Araranguá, um homem transformou 18 segundos em R$ 20 mil de prejuízo — um gesto rápido e calculado que revela não apenas a vulnerabilidade do comércio urbano, mas a frieza de quem age com propósito preciso na escuridão. As câmeras registraram tudo; agora, cabe à investigação transformar imagens em justiça.