Em Ribeirão Preto, uma lanchonete foi flagrada pela CPFL operando com uma ligação clandestina à rede elétrica — um gesto antigo de burlar o sistema que, multiplicado, corrói a infraestrutura coletiva e transfere silenciosamente seus custos para quem cumpre as regras. O episódio não é apenas um caso isolado de desonestidade comercial, mas um lembrete de que a integridade de uma rede depende da confiança de todos os seus participantes. A distribuidora agiu após intensificar suas operações de fiscalização, reafirmando que a vigilância contínua é o preço da equidade no acesso à energia.