Pela quarta vez consecutiva, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa Selic — agora em 14% ao ano —, movendo a economia num fio tênue entre o alívio do crédito e o encolhimento dos ganhos de quem poupa. A decisão reflete um momento em que a inflação ainda resiste acima da meta e riscos geopolíticos persistem, lembrando que juros são, antes de tudo, uma conversa entre o presente que se quer e o futuro que se teme.