Na manhã de 12 de setembro de 2026, a Coreia do Norte voltou a lançar mísseis balísticos em direção ao mar, repetindo um ritual que se tornou tão previsível quanto perturbador: cada exercício militar entre Washington e Seul convoca, quase automaticamente, uma demonstração de força de Pyongyang. O que poderia parecer rotina esconde, na verdade, uma aceleração perigosa — o regime norte-coreano refina seu arsenal a cada disparo, enquanto o mundo observa sem instrumentos eficazes para interromper o ciclo. A península coreana vive num equilíbrio instável onde a normalidade e a crise se tornaram ind