Na primeira semana de agosto, Brasil e Estados Unidos colocam sobre a mesa decisões e indicadores que moldam o ritmo das suas economias. Em Brasília, o Banco Central deve continuar seu ciclo de afrouxamento monetário, cortando a Selic pela enésima vez desde março. Em Washington, os dados do mercado de trabalho americano dirão se o Federal Reserve tem razão para flexibilizar — ou para esperar. É uma semana em que os números falam mais alto que as palavras, e os investidores das Américas escutam com atenção redobrada.