Em um bar da Pituba, bairro nobre de Salvador, a bióloga e coordenadora das Leoas do Vitória, Savitri Ramaiana, viveu o que muitos consideram impossível em endereços de prestígio: teve o celular furtado enquanto se afastava da mesa por alguns instantes. Ao confrontar o suspeito e recuperar o aparelho, ela trouxe à tona uma verdade incômoda — a vulnerabilidade não conhece CEP, e a falsa segurança dos bairros abastados pode ser a brecha mais perigosa de todas.