Em algum momento antes de novembro de 2020, um consumidor argentino ingressou em um plano de poupança da Fiat, pagou cotas por anos, foi sorteado e jamais recebeu o veículo prometido. A Câmara de Apelações de Comodoro Rivadavia confirmou uma condenação superior a 47 milhões de pesos — corrigida pela inflação, acrescida de dano moral e de uma penalidade punitiva que mira não apenas o prejuízo sofrido, mas a conduta reiterada de uma montadora. O caso atravessa fronteiras porque a estrutura do consórcio é quase universal: onde há promessa diferida e poder assimétrico, há o risco de que o tempo e
Consumidor argentino ganha indenização de 47 milhões por carro nunca entregue em plano de poupança
Consumidor sofreu anos de incerteza, perda financeira pela inflação não compensada e sofrimento psicológico pela falta de cumprimento contratual da empresa.