Em um mercado automotivo em transformação acelerada, o consultor Milad Kalume Neto observa que as marcas chinesas já ocupam posição relevante no Brasil — e podem chegar a um terço das vendas até 2032. Mas a velocidade da chegada não garante a permanência: entre guerras de preços, excesso de produção e a necessidade de construir confiança ao longo do tempo, o verdadeiro teste ainda está por vir. A história dos mercados ensina que vender é o começo, não o destino.