Uma vez mais, o Brasil volta seus olhos ao FGTS — esse cofre coletivo que guarda décadas de trabalho formal — para ver seus frutos distribuídos. O Conselho Curador aprovou, nesta terça-feira, a partilha de R$ 13,042 bilhões entre 138,2 milhões de trabalhadores, com rentabilidade de 6,90% que supera a inflação e honra uma determinação do Supremo. É um momento em que a engrenagem do Estado cumpre, ainda que em ritmo burocrático, sua promessa de preservar o poder de compra de quem trabalha.