Conor Kennedy, sobrinho-neto de JFK e filho do atual Secretário de Saúde americano, foi condenado pela Justiça russa por ter lutado ao lado da Ucrânia como voluntário estrangeiro em 2022. Seu nome agora integra listas internacionais de procurados, transformando uma escolha pessoal de combate em um peso legal que transcende fronteiras e ressoa sobre uma das famílias mais simbólicas da política norte-americana. A trajetória de Kennedy — marcada por atos de desobediência, relacionamentos célebres e a sombra de uma linhagem histórica — encontra agora seu capítulo mais grave num tribunal de Moscou.
Conor Kennedy: ex de Taylor Swift condenado por Rússia por atuar como mercenário na Ucrânia
Disposto a morrer pelo país, mas condenado por fazê-lo
Por que um homem da família Kennedy, com toda a segurança que isso deveria trazer, se alistaria em uma guerra estrangeira como soldado comum?
Talvez porque a segurança do sobrenome não protege contra a necessidade de agir conforme a própria consciência. Kennedy parecia estar buscando algo além do que sua posição oferecia.
Ele tinha experiência militar antes de ir para a Ucrânia?
Nenhuma. Ele mesmo admitiu isso publicamente. Chegou como civil, aprendeu no caminho, e descobriu que gostava mais da vida de soldado do que imaginava.
A condenação russa muda algo para ele nos Estados Unidos?
Muda tudo. Estar em uma lista internacional de procurados não é apenas um rótulo — é uma restrição real à liberdade de movimento, e complica a vida de qualquer pessoa, independentemente de quem seja seu pai.
Como a família Kennedy reagiu a tudo isso?
Não há registro público de reação oficial. Mas é difícil imaginar que uma família tão visível politicamente não sinta o peso de ter um membro condenado por uma potência estrangeira.
E quanto ao relacionamento com Taylor Swift — isso importa agora?
Provavelmente não para a história legal. Mas mostra que Kennedy sempre esteve em espaços de visibilidade, sempre cercado por atenção. Dessa vez, porém, a atenção é por razões bem mais sérias.
The Pulse
- A Rússia condenou Conor Kennedy por mercenariato, incluindo-o em listas internacionais de procurados e restringindo potencialmente sua liberdade de movimento pelo mundo.
- A condenação recai sobre um homem de família proeminente: filho de RFK Jr., atual Secretário de Saúde de Trump, e sobrinho-neto do presidente assassinado John F. Kennedy.
- Em outubro de 2022, Kennedy anunciou publicamente seu alistamento na legião estrangeira ucraniana, admitindo não ter experiência militar mas declarando estar disposto a morrer pelo país.
- Sua história com a Justiça não começa agora: já havia sido preso em 2013 por desobediência civil e em 2017 por briga em bar, onde se declarou culpado e cumpriu pena.
- A situação legal complexa ameaça não apenas Kennedy, mas lança sombra sobre a reputação e a segurança de toda a sua família no cenário político americano.
Conor Kennedy, sobrinho-neto de JFK e filho do atual Secretário de Saúde americano, foi condenado pela Justiça russa por ter lutado ao lado da Ucrânia como voluntário estrangeiro em 2022. Seu nome agora integra listas internacionais de procurados, transformando uma escolha pessoal de combate em um peso legal que transcende fronteiras e ressoa sobre uma das famílias mais simbólicas da política norte-americana. A trajetória de Kennedy — marcada por atos de desobediência, relacionamentos célebres e a sombra de uma linhagem histórica — encontra agora seu capítulo mais grave num tribunal de Moscou.
Conor Kennedy, 31 anos, marido da cantora brasileira Giulia Be, tornou-se alvo da Justiça russa após lutar voluntariamente ao lado da Ucrânia durante a guerra. Moscou o condenou por atividades mercenárias e seu nome passou a figurar em listas internacionais de procurados — uma situação que ganha dimensão especial diante de quem ele é.
Kennedy pertence a uma das famílias mais icônicas dos Estados Unidos. É sobrinho-neto de John F. Kennedy e filho de Robert F. Kennedy Jr., atual Secretário de Saúde no governo Trump. Sua mãe, Mary Kennedy, morreu em 2012. Antes de se casar com Giulia Be, ele foi visto ao lado de Taylor Swift em 2012, quando tinha 18 anos, período ao qual fãs associam a canção Begin Again.
Sua relação com a lei antecede a condenação russa. Em 2013, foi preso durante protesto contra um oleoduto em frente à Casa Branca. Em 2017, foi detido no Colorado após uma briga em bar em defesa de um amigo gay que sofrera preconceito. Declarou-se culpado, pagou multa e escreveu carta de desculpas.
Em outubro de 2022, Kennedy anunciou nas redes sociais que havia se alistado na legião estrangeira ucraniana. Admitiu não ter experiência militar prévia, mas disse ter aprendido rapidamente e que estava disposto a morrer pelo país. Sua permanência nas forças ucranianas foi breve. Agora, a condenação russa projeta consequências que vão além dele, tocando a reputação e a segurança de toda a sua família.
Conor Kennedy, aos 31 anos, virou notícia internacional não por sua ligação com a cantora Giulia Be, com quem é casado, mas por uma condenação que chegou de Moscou: a Justiça russa o condenou por atuar como mercenário nas fileiras ucranianas durante a guerra. Seu nome agora figura em listas internacionais de procurados, uma situação que carrega peso particular dado quem ele é.
Kennedy vem de uma das famílias mais proeminentes dos Estados Unidos. É sobrinho-neto de John F. Kennedy, o presidente assassinado em Dallas em 1963. Seu pai é Robert F. Kennedy Jr., advogado especializado em direito ambiental que atualmente serve como Secretário de Saúde no governo Trump, com fortuna estimada em cerca de 78 milhões de reais. A mãe, Mary Kennedy, morreu em 2012 após suicídio durante processo de divórcio.
Antes de seu casamento com Giulia Be, Kennedy já havia circulado entre celebridades de alto perfil. Em 2012, quando tinha apenas 18 anos e ainda estava na escola, ele namorou Taylor Swift, então com 22 anos. O relacionamento nunca foi assumido publicamente, mas os dois foram vistos juntos em várias ocasiões, inclusive em uma visita de Kennedy a um cemitério para homenagear sua mãe. Fãs da cantora associam a música Begin Again, que trata de se apaixonar novamente após um término difícil, ao período em que ela e Kennedy estavam próximos.
Sua história com a lei começou bem antes da condenação russa. Em 2013, Kennedy foi preso junto com outras 47 pessoas durante um ato de desobediência civil em frente à Casa Branca contra a construção de um oleoduto. Quatro anos depois, em 2017, foi detido novamente no Colorado após uma briga em um bar. Segundo a família, Kennedy estava defendendo um amigo gay que havia sofrido preconceito. Ele se declarou culpado, recebeu pena de seis meses, foi obrigado a pagar multa e a escrever uma carta de desculpas à vítima.
Em outubro de 2022, Kennedy anunciou nas redes sociais que havia se alistado em uma legião de estrangeiros para lutar ao lado da Ucrânia contra a Rússia. Na postagem, ele reconheceu não ter experiência militar anterior, mas disse que aprendeu novas habilidades conforme os dias passavam. Afirmou que gostou mais de ser soldado do que esperava e que estava disposto a morrer pelo país. Sua permanência nas forças ucranianas, porém, não foi longa.
Agora, com a condenação russa e sua inclusão em listas internacionais de procurados, Kennedy enfrenta uma situação legal complexa que se estende além dele. A condenação por atividades mercenárias coloca em questão não apenas sua liberdade de movimento, mas também potencialmente a segurança e reputação de sua família — uma das mais conhecidas da política americana.
Notable Quotes
Não tinha experiência militar antes de ir à Ucrânia, mas ajudou no que podia e foi aprendendo novas habilidades com o passar dos dias— Conor Kennedy, em postagem nas redes sociais
Gostou de ser um soldado mais do que esperava e estava disposto a morrer pelo país— Conor Kennedy, descrevendo sua experiência na Ucrânia