No coração de um dos maiores festivais do mundo, uma máquina de R$ 200 mil tomou seu lugar entre os humanos — não como atração, mas como guardião. O robô humanoide G1, implantado como segurança no Rock in Rio 2026, representa o momento em que a tecnologia deixa os laboratórios e enfrenta o caos real das multidões. É um sinal de que a fronteira entre ficção científica e cotidiano continua a se dissolver, uma experiência de cada vez.