Conheça o apartamento de 150 m² de Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert em SP

Talvez seja o ambiente em que mais gostam de estar
O casal fala sobre a cozinha, onde Rodrigo cozinha e ambos passam tempo juntos.
Mark

Por que um casal que poderia morar em qualquer lugar de São Paulo escolhe um apartamento em um prédio antigo?

Mimi

Acho que tem a ver com autenticidade. Esses edifícios de 1955 têm uma qualidade que os novos não têm — pé direito alto, estrutura sólida, história. Quando você reforma bem, fica melhor do que começar do zero.

Luke

Mas a gente não sabe se eles escolheram especificamente por ser de 1955 ou se foi só o imóvel que estava disponível. A matéria não diz como chegaram lá.

Mimi

Verdade. Mas o fato é que abriram para a revista, o que sugere que estão felizes com o resultado.

Mark

E a cozinha bordô — isso é uma escolha pessoal ou foi sugestão da designer?

Mimi

A matéria não deixa claro, mas a forma como falam sobre a cozinha, como um lugar onde realmente vivem, sugere que foi uma decisão conjunta. Não parece imposto.

Luke

Exatamente. A gente sabe que Rodrigo cozinha e que ambos gostam de estar lá, mas não sabemos se a marcenaria bordô foi ideia dele, dela ou da Mariana Kraemer.

Mark

Então o que a gente realmente aprende aqui é que o casal valoriza espaços integrados e funcionais?

Mimi

Sim. E que para eles, design não é decoração — é sobre como você vive. A cozinha não é bonita apesar de ser usada; é bonita porque é usada.

  • Um edifício de quase sete décadas impõe seus próprios limites — e o casal escolheu dialogar com eles em vez de apagá-los.
  • A tensão entre o histórico e o contemporâneo se resolve em escolhas cuidadosas: cores neutras, plantas, integração de ambientes e uma marcenaria bordô que ousa quebrar a serenidade.
  • A cozinha emerge como o verdadeiro centro gravitacional do lar — é lá que Rodrigo cozinha, que o casal se encontra, que a vida doméstica ganha sentido.
  • O projeto sinaliza uma tendência crescente em São Paulo: celebridades e moradores comuns que escolhem edifícios históricos e os reformam com sensibilidade, sem perder a identidade original.

Em um edifício paulistano de 1955, Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert não apenas reformaram um apartamento — eles negociaram com o tempo. Com a ajuda da designer Mariana Kraemer e do arquiteto Daniel Fromer, o casal transformou 150 metros quadrados em um espaço que honra a memória do prédio sem abrir mão do presente. É um gesto que muitos fazem em silêncio nas cidades antigas: habitar a história sem ser engolido por ela.

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert abriram as portas do seu apartamento de 150 m² em São Paulo para a revista Casa Vogue. O imóvel fica em um prédio de 1955 — um daqueles edifícios que carregam a história da cidade em suas paredes — e foi reformado com a designer Mariana Kraemer e o arquiteto Daniel Fromer.

O resultado é um espaço que prioriza leveza e integração. Plantas em pontos estratégicos, cores neutras nas paredes e nos móveis: tudo compõe uma atmosfera serena, quase silenciosa. Não é um apartamento que impressiona pela ostentação; é um que convida à permanência.

A exceção — e talvez o coração do projeto — é a cozinha. Ali, uma marcenaria em tom bordô quebra a neutralidade do restante do imóvel e marca presença. É também o ambiente favorito do casal: Rodrigo cozinha com regularidade, e ambos aproveitam o espaço para estar juntos. Para eles, a cozinha é onde a vida doméstica realmente acontece.

Mais do que um tour pela casa de famosos, o projeto ilustra uma escolha cada vez mais comum entre moradores de São Paulo: reformar edifícios históricos com sensibilidade contemporânea, sem apagar o que o tempo construiu.

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert convidaram a revista Casa Vogue para conhecer seu apartamento de 150 metros quadrados no coração de São Paulo. O imóvel fica em um prédio de 1955, um daqueles edifícios que carregam a história da cidade em suas estruturas, e o casal decidiu reformá-lo com a ajuda da designer Mariana Kraemer e do arquiteto Daniel Fromer.

O que emerge do projeto é um espaço que prioriza a integração entre ambientes e a leveza visual. A sala de estar respira através de plantas que ocupam pontos estratégicos, enquanto as cores neutras dominam as paredes e móveis, criando uma base serena para o dia a dia. Não é um apartamento que grita; é um que convida você a ficar.

A cozinha, porém, é onde o casal realmente vive. Diferente do resto do imóvel, ela traz marcenaria em tom bordô — uma escolha de cor que quebra a neutralidade e marca presença. Rodrigo cozinha regularmente, e ambos aproveitam o espaço para estar juntos enquanto preparam as refeições. Em uma conversa com a revista, o casal deixou claro que a cozinha não é apenas um lugar funcional; é talvez o cômodo onde mais gostam de passar tempo, onde a vida acontece de verdade.

O projeto reflete uma tendência entre moradores de São Paulo que vivem em edifícios históricos: respeitar a arquitetura original enquanto a reformam com sensibilidade contemporânea. Não se trata de apagar o passado, mas de criar um presente habitável dentro dele. O apartamento de Lima e Hilbert é um exemplo de como essa negociação pode funcionar — mantendo a dignidade do edifício de 1955 enquanto o torna completamente seu.

O Rodrigo cozinha e adoramos ficar perto. Faz parte da nossa vida. Talvez seja o ambiente em que mais gostamos de estar
— Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert
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