No coração de Buenos Aires, uma comemoração simples de um lateral se transformou em pretexto para o colapso da ordem — jogadores, comissões técnicas e torcedores encapuzados se misturaram em cenas que lembram que o futebol, quando despido de sua beleza, pode revelar tensões muito mais antigas do que qualquer partida. O Fluminense avançou à semifinal da Libertadores com placar agregado de 4 a 2, mas a vitória esportiva dividiu espaço com imagens de um zagueiro atingido por um soco e faixas roubadas nas arquibancadas.
Confusão generalizada marca Platense x Fluminense; Freytes leva soco e torcedores invadem gramado
Torcedores encapuzados invadiram o setor visitante por ambos os lados
Como uma comemoração de gol vira uma invasão de torcedores?
Guga correu para comemorar perto da família dele na arquibancada. A comissão técnica do Platense viu como provocação. Começou um bate-boca, Freytes entrou no meio, e aí explodiu — jogadores, comissão, depois os torcedores.
Mas por que os torcedores do Platense invadiram? Eles estavam esperando uma desculpa, ou foi realmente a comemoração que disparou tudo?
A fonte diz que começou com Guga, mas é difícil saber se foi só aquilo ou se havia tensão acumulada. O que sabemos é que roubaram uma faixa, arremessaram bancos, e a barra brava invadiu o campo.
E Freytes levou um soco em tudo isso?
Sim. Ele se colocou no meio da discussão entre os membros do Platense e do Fluminense, e foi atingido.
Ele foi identificado? Quem deu o soco? A polícia foi acionada?
A reportagem não diz. Sabemos que ele levou o soco, mas não temos detalhes sobre quem foi ou se houve ação das autoridades.
E o Fluminense perdeu o jogo?
Perdeu 2 a 1, mas avançou porque tinha vencido 2 a 0 na ida. Placar agregado de 4 a 2.
Então a confusão não afetou o resultado da série?
Não. O Fluminense já tinha a vaga garantida antes do caos começar.
Der Puls
- A comemoração de Guga perto da família foi lida como provocação pela comissão do Platense, e a faísca foi suficiente para incendiar o gramado.
- Freytes se colocou no meio da discussão e saiu com um soco no rosto — o custo humano mais visível de uma noite que fugiu ao controle.
- Torcedores encapuzados invadiram o setor visitante pelos dois lados, roubaram uma faixa do Fluminense e arremessaram bancos em direção aos tricolores.
- A barra brava do Platense desceu ao campo enquanto jogadores do Fluminense eram puxados para o vestiário e o presidente do clube era retirado às pressas.
- A segurança do estádio conteve a situação a duras penas, e o jogo terminou em caos — mas o Fluminense seguiu em frente, aguardando Palmeiras ou LDU na semifinal.
No coração de Buenos Aires, uma comemoração simples de um lateral se transformou em pretexto para o colapso da ordem — jogadores, comissões técnicas e torcedores encapuzados se misturaram em cenas que lembram que o futebol, quando despido de sua beleza, pode revelar tensões muito mais antigas do que qualquer partida. O Fluminense avançou à semifinal da Libertadores com placar agregado de 4 a 2, mas a vitória esportiva dividiu espaço com imagens de um zagueiro atingido por um soco e faixas roubadas nas arquibancadas.
O zagueiro Freytes deixou o estádio com um soco no rosto. Não foi uma falta dentro das quatro linhas — foi o que sobrou de uma noite em que o futebol perdeu espaço para o caos. O Fluminense havia perdido para o Platense por 2 a 1, mas a derrota era o menor dos problemas.
Tudo começou quando Guga, lateral tricolor, comemorou seu gol correndo em direção à arquibancada onde estava sua família. A comissão técnica do Platense interpretou o gesto como provocação. O bate-boca se instalou rapidamente entre argentinos e brasileiros. Freytes entrou no meio da discussão, a situação escalou, e jogadores dos dois lados se envolveram.
Nas arquibancadas, torcedores encapuzados do Platense invadiram o setor visitante pelos dois lados, roubaram uma faixa do Fluminense e arremessaram bancos em direção aos tricolores. Os torcedores do Flu tentaram recuperar a faixa, quebrando barreiras no processo. A barra brava do Platense, ao ver a cena, desceu ao campo em direção à torcida visitante.
Os jogadores do Fluminense foram puxados para o vestiário. O presidente Mattheus Montenegro também foi retirado do campo. A segurança trabalhou para conter o tumulto enquanto o jogo chegava ao fim em meio à desordem.
Apesar de tudo, o Fluminense avançou. A vitória por 2 a 0 no Rio havia garantido a vantagem, e o placar agregado de 4 a 2 levou o clube à sua terceira semifinal de Libertadores. O próximo adversário — Palmeiras ou LDU — ainda não havia sido definido.
O zagueiro Freytes saiu do jogo de terça-feira à noite com um soco no rosto. Não foi uma falta dentro das quatro linhas — foi o que restou de uma confusão que começou no gramado e se alastrou para as arquibancadas, envolvendo jogadores, membros das comissões técnicas e torcedores que invadiram o campo. O Fluminense perdeu para o Platense por 2 a 1, mas a derrota não importava tanto quanto o caos que tomou conta do estádio nos minutos finais.
Tudo começou com uma comemoração. Guga, lateral do Fluminense, marcou e correu em direção à arquibancada onde sua família estava. Os funcionários da comissão técnica do Platense interpretaram o gesto como uma provocação. O bate-boca começou ali, entre os argentinos e os tricolores. Freytes entrou no meio da discussão e a situação saiu do controle. Jogadores de ambos os lados se envolveram, e a confusão se expandiu rapidamente.
Enquanto isso, torcedores encapuzados do Platense começaram a invadir o setor visitante do Fluminense. Eles entraram por ambos os lados da área destinada aos tricolores. Roubaram uma faixa da torcida do Fluminense. Os torcedores tricolores tentaram invadir o setor vizinho para recuperar o objeto, quebrando barreiras no processo. Do outro lado do estádio, a barra brava do Platense viu a cena e também invadiu o campo, se direcionando para a torcida do Fluminense. Bancos foram arremessados da arquibancada em direção aos visitantes.
Os jogadores do Fluminense tentaram acalmar os ânimos, mas foram puxados em direção ao vestiário. O presidente tricolor, Mattheus Montenegro, também foi levado para fora do campo. A segurança do estádio precisou conter a situação enquanto o jogo terminava em caos.
Apesar da derrota em Buenos Aires, o Fluminense avançou à semifinal da Libertadores. Na ida, no Rio, havia vencido por 2 a 0. O placar agregado ficou em 4 a 2 para os tricolores. Esta será a terceira semifinal de Libertadores do clube. O próximo adversário sairá do confronto entre Palmeiras e LDU, que ainda não havia sido definido.
Bemerkenswerte Zitate
Torcedores encapuzados do Platense entraram no setor visitante por ambos os lados— Apuração do ge