Há uma pergunta que atravessa gerações e ressurge em cada família: existe um filho preferido? A ciência, pela voz da American Psychological Association, confirma que gênero, temperamento e ordem de nascimento moldam tratamentos distintos — mas uma mãe de três filhos propõe que a preferência não é uma traição ao amor, e sim a sua expressão mais honesta. No lugar de uma divisão justa e fria do afeto, ela oferece uma imagem biológica: o microquimerismo, em que mãe e filho carregam células um do outro por anos, sugere que o amor parental não se parte — ele se multiplica em formas únicas para cada