Num tempo em que máquinas aprenderam a escrever, a pontuação tornou-se um ato de identidade. O travessão — sinal discreto, de regras precisas — emergiu como um dos marcadores mais reveladores entre a escrita humana e a gerada por algoritmos. Dominar seu uso correto não é apenas uma questão gramatical: é uma declaração de presença, de intenção, de voz.