Como criar a trend do cabelo curto com IA em poucos passos

A ilusão funcionou bem o suficiente para enganar
Sobre por que alguns seguidores acreditaram inicialmente que as transformações de cabelo eram reais.
Mark

Por que essa tendência específica de cabelo curto decolou agora, e não antes?

Mimi

A tecnologia de IA generativa só ficou acessível e realista o suficiente nos últimos meses. O Miu AI e ferramentas similares conseguem agora criar vídeos que parecem reais — não é só uma imagem estática editada, é movimento, é a ilusão de um corte acontecendo.

Luke

Mas a gente não sabe exatamente quantas pessoas estão usando isso. O texto diz que apareceu em perfis de influenciadores e ex-BBBs, mas não há números de downloads ou alcance.

Mimi

Verdade. Sabemos que viralizou porque vemos os vídeos, mas não temos dados de escala.

Mark

E quanto ao lado prático? Alguém realmente usa isso para decidir se vai cortar o cabelo de verdade?

Mimi

Provavelmente sim. É um teste de risco zero. Você vê como ficaria antes de ir ao cabeleireiro.

Luke

Mas a IA pode não ser tão precisa quanto parece. Depende muito da qualidade da foto, da iluminação, de como o algoritmo interpreta o rosto. Nem todo resultado vai ser realista para todo mundo.

Mark

Então é mais um jogo do que uma ferramenta séria de decisão?

Mimi

Pode ser os dois. Para alguns é diversão pura, para outros é genuinamente útil.

Luke

E ninguém está falando sobre os créditos que você precisa comprar. Quanto custa realmente gerar esses vídeos?

Mimi

O texto não especifica o preço dos tokens. Só diz que é gratuito baixar, mas você paga para usar.

Mark

Então há um modelo de negócio por trás disso.

Mimi

Claro. A tendência é viral, mas também é um produto sendo monetizado.

  • Vídeos de 'transformação capilar' inundaram as redes sociais com ilusões tão realistas que seguidores chegaram a acreditar que os cortes eram verdadeiros.
  • Influenciadores, atores e ex-participantes de reality shows amplificaram a tendência ao compartilhar suas próprias versões, transformando um experimento técnico em fenômeno de engajamento massivo.
  • Aplicativos como Miu AI e CapCut democratizaram o acesso à ferramenta, mas o Miu AI exige compra de créditos para gerar os efeitos, criando uma camada comercial por trás da tendência gratuita.
  • A qualidade da ilusão depende diretamente da fotografia enviada — imagens frontais, bem iluminadas e com o rosto desobstruído produzem resultados mais convincentes.
  • A tendência se consolida como uma nova forma de experimentação estética sem compromisso, sinalizando que ferramentas de IA generativa estão redefinindo a relação das pessoas com sua própria aparência.

Em um tempo em que a identidade visual se tornou moeda de engajamento, a inteligência artificial oferece algo que a tesoura nunca pôde: a reversibilidade. Usuários ao redor do mundo estão usando aplicativos como Miu AI e CapCut para simular cortes de cabelo em vídeos tão convincentes que chegaram a enganar seguidores, transformando a experimentação estética em fenômeno viral. A tendência revela um desejo antigo — o de se reinventar sem consequências — agora finalmente ao alcance de qualquer pessoa com um smartphone e uma fotografia.

Nos últimos meses, um fenômeno tomou conta das redes sociais: vídeos em que pessoas parecem cortar o próprio cabelo e emergem, segundos depois, com um visual completamente transformado. A ilusão é convincente o suficiente para enganar — e é inteiramente produzida por inteligência artificial.

O processo é simples. O usuário carrega uma fotografia do rosto em um aplicativo, escolhe um corte — chanel, bob ou pixie são os mais populares — e a IA gera um vídeo simulando a transformação. O Miu AI é uma das ferramentas mais usadas para isso: disponível gratuitamente na App Store, ele exige a compra de tokens para gerar os efeitos. O CapCut também oferece recursos semelhantes, e ferramentas genéricas de IA generativa permitem visualizar mudanças a partir de instruções de texto, embora sem reproduzir exatamente o formato viral.

A qualidade do resultado depende da fotografia. Imagens frontais, bem iluminadas e com o rosto claramente visível permitem que o algoritmo identifique com precisão os elementos a serem transformados. Para quem quiser apenas visualizar um novo corte sem criar o vídeo, basta fornecer à IA um comando descrevendo o resultado desejado — preservando traços, cor e textura, alterando apenas o comprimento.

O que explica o sucesso da tendência é exatamente a qualidade da ilusão: a aparência de uma transformação real, capturada em movimento, foi o que levou tantos seguidores a acreditarem inicialmente que estavam vendo mudanças verdadeiras. No fundo, a tendência oferece algo que as pessoas sempre desejaram — experimentar um visual radicalmente diferente sem o compromisso permanente de uma tesoura.

Nos últimos meses, um fenômeno peculiar tomou conta das redes sociais: vídeos em que pessoas aparecem cortando o próprio cabelo e, segundos depois, emergem com um visual completamente transformado. A ilusão é perfeita o suficiente para enganar. O que torna a cena possível não é tesoura de verdade, mas inteligência artificial.

A tendência começou simples. Usuários carregam uma fotografia clara do rosto em um aplicativo, selecionam um corte desejado — geralmente o chanel, o bob ou o pixie — e a IA gera um vídeo que simula a transformação. O resultado é tão convincente que alguns seguidores, ao menos inicialmente, acreditaram estar vendo mudanças reais. A ilusão funcionou bem o suficiente para que influenciadores, ex-participantes de reality shows, atores e apresentadores começassem a compartilhar suas próprias versões. O que começou como um experimento técnico virou fenômeno de engajamento.

O Miu AI é uma das ferramentas mais populares para criar esses vídeos. O aplicativo está disponível gratuitamente na App Store, mas exige a compra de créditos — chamados de tokens — para gerar os efeitos de transformação capilar. O processo é direto: abrir o app, fazer cadastro se necessário, navegar até a opção "Novo Visual", escolher entre os modelos de transformação disponíveis, selecionar o corte desejado, enviar uma fotografia com o rosto bem visível e aguardar a geração do vídeo. O aplicativo oferece também a possibilidade de alterar cor e outros aspectos do cabelo além do comprimento.

A qualidade da fotografia importa. A inteligência artificial funciona melhor com imagens frontais, bem iluminadas, onde o rosto aparece com clareza e o cabelo não está coberto ou parcialmente fora do enquadramento. Essas condições permitem que o algoritmo identifique corretamente os elementos que serão transformados. Quem quiser tentar não precisa necessariamente usar o Miu AI. O CapCut, plataforma de edição de vídeos, também disponibiliza modelos de transformação capilar por IA. Ferramentas genéricas de edição de imagem baseadas em instruções de texto também funcionam, embora não gerem exatamente o mesmo tipo de vídeo viral.

Para quem prefere apenas visualizar como ficaria com um corte diferente sem reproduzir o vídeo da tendência, basta usar uma ferramenta de IA generativa e fornecer instruções específicas. Um exemplo de comando seria pedir à IA para usar uma foto como referência e mostrar como a pessoa ficaria com cabelo curto na altura do queixo, preservando o rosto, os traços faciais, a cor e textura naturais, alterando apenas o comprimento e o corte dos fios para um resultado realista. O comando pode ser adaptado para cortes específicos como chanel, bob ou pixie.

O que explica o sucesso viral da tendência é justamente a qualidade da ilusão. Nos vídeos, a pessoa parece estar literalmente cortando os próprios fios antes de aparecer com o novo penteado. Essa aparência de transformação real, capturada em movimento, foi o que levou muitos seguidores a acreditarem inicialmente que estavam vendo mudanças verdadeiras. A tendência oferece algo que as pessoas sempre quiseram: a possibilidade de experimentar um visual radicalmente diferente sem o compromisso permanente de uma tesoura.

A graça da trend de cortar o cabelo está justamente na aparência de uma mudança real
— Análise da fonte sobre o motivo da viralização
Quer a matéria completa? Leia o original em Exame ↗
Fale Conosco FAQ