No limiar de novos máximos históricos nos preços dos combustíveis, Portugal viveu no domingo uma corrida silenciosa e coletiva aos postos de abastecimento. Não foi pânico — foi resignação organizada: a consciência de que, a partir de segunda-feira, gasolina e gasóleo custariam mais do que alguma vez custaram, e que a única resposta possível era agir antes. É o retrato de uma sociedade que sente o peso crescente do custo de viver e responde com a única margem de manobra que ainda lhe resta.
Combustíveis em máximos históricos; portugueses em correria aos postos
Impacto económico direto nos orçamentos familiares e mobilidade de condutores, com pressão particular sobre transportadores e profissionais dependentes de combustível.