Em tempos em que a palavra pública carrega o peso da escolha coletiva, Ronaldo Caiado sentou-se diante das câmeras da TV Globo para ser examinado pela nação. A sabatina, segunda de uma série com seis candidatos à Presidência, aconteceu no horário nobre de uma terça-feira — esse espaço simbólico onde a política encontra a sala de estar dos brasileiros. O escrutínio televisivo, herdeiro de uma longa tradição democrática, lembra que governar começa por convencer.