Uma década após o histórico acordo de paz de Cartagena, a Colômbia volta a apostar na força como resposta ao narcotráfico. O novo presidente Abelardo de la Espriella, com o respaldo americano e um ambicioso plano de modernização militar, encerra os diálogos da era Petro e retoma ofensivas que prometem ordem, mas que a história colombiana já ensinou a observar com cautela. Entre a esperança de um povo cansado da violência e o peso de lições não aprendidas, o país renegocia, mais uma vez, o preço da segurança.
Colômbia muda estratégia de segurança com apoio dos EUA sob novo presidente
Em 2025, a Colômbia viveu as piores consequências humanitárias do conflito armado em uma década, com homicídios permanecendo em patamares altos.