Em um momento em que a inteligência artificial avança mais rápido do que as instituições conseguem compreender, Jack Clark, cofundador da Anthropic, ergue a voz para pedir que governos transformem em lei o que hoje é apenas boa vontade: a obrigação de que toda empresa de IA mantenha um mecanismo verificável de desligamento. A proposta, aparentemente técnica, carrega uma pergunta filosófica mais profunda — quem, afinal, deve ter a última palavra sobre sistemas que alguns cientistas estimam ter 10% de chance de extinguir a humanidade? Entre a resistência política de Washington e Londres e os int