Há um momento em que as instituições deixam de ser guardiãs e passam a ser ameaças — e o Brasil parece viver esse momento com seu Supremo Tribunal Federal. O colunista Luiz Felipe Pondé observa que a corrupção do STF não é um mistério técnico, mas uma velha história humana: ganância, orgulho e vaidade corroendo o que deveria ser imparcial. A solução proposta é quase paradoxal em sua simplicidade — não mais leis, mas menos vida pública para quem julga a vida de todos.