O cobre alcançou seu patamar mais alto da história na London Metal Exchange em setembro de 2026, revelando como as grandes transformações energéticas e digitais do nosso tempo — data centers, energia renovável, redes elétricas modernizadas — exercem pressão crescente sobre recursos que a Terra leva décadas para entregar. Por trás do número recorde de US$ 14.533 por tonelada, coexistem forças estruturais profundas e apostas táticas de curto prazo, ambas convergindo para um mesmo ponto: o mundo precisa de mais cobre do que consegue produzir, e essa tensão ainda está longe de se resolver.