O futebol brasileiro volta os olhos para si mesmo: a CBF e a maioria dos clubes aprovaram uma redução gradual de estrangeiros no Brasileirão, de nove para cinco atletas entre 2026 e 2030. A medida nasce de uma constatação inquietante — jovens brasileiros disputam apenas 14% dos minutos na elite do próprio país — e reflete a tensão permanente entre o mercado global e a responsabilidade de cultivar o que é local. É uma aposta de que proteger o espaço dos jovens em campo é, também, proteger o futuro do jogo.