Em uma sabatina televisionada em setembro de 2026, o senador Cleitinho Azevedo — líder nas pesquisas para o governo de Minas Gerais — deixou o campo da política e entrou no da memória: a do pai que nunca descansou, que recusava viagens e feriados, e que morreu de câncer antes de poder usufruir do alívio que o filho finalmente podia oferecer. Nesse gesto de luto público, Azevedo transformou um debate trabalhista em uma pergunta mais antiga sobre o que o trabalho consome de nós — e o que jamais devolve.
Cleitinho se emociona ao falar do pai e defende fim da escala 6x1
Pai do candidato faleceu em abril de 2024 vítima de câncer na bexiga, após anos de trabalho contínuo sem descanso adequado.