Cleitinho lidera com 54% dos votos válidos em pesquisa Quaest para governo de MG

Uma liderança de 31 pontos sobre o segundo colocado
Cleitinho Azevedo marca 54% enquanto Patrus Ananias fica em 23% nas intenções de voto.
Mark

Por que essa pesquisa importa agora, em outubro? A eleição não é em novembro?

Mimi

Sim, é em novembro. Mas outubro é quando as campanhas entram na reta final. Uma pesquisa que mostra um candidato com 54% é um sinal de força — ou de consolidação, se ele já estava na frente.

Luke

Espera. Essa pesquisa foi feita em 2 e 3 de outubro. Quantos dias faltam para a eleição? E quanto pode mudar em duas semanas?

Mimi

Muita coisa pode mudar. Mas uma liderança de 31 pontos sobre o segundo colocado é difícil de reverter.

Mark

Cleitinho é conhecido? Ele já era favorito antes?

Mimi

Ele é senador, então tem visibilidade nacional. Mas a pesquisa não diz se essa liderança é nova ou se ele já estava na frente.

Luke

Exatamente. A gente não sabe a trajetória. Pode ser que ele tenha subido muito ou que esteja estável. A pesquisa é um retrato de um momento, não uma tendência.

Mark

E esses cenários de segundo turno — eles são prováveis?

Mimi

Dependem de como a campanha se desenrola. Se nenhum candidato chegar a 50%, vai para segundo turno.

Luke

Mas a pesquisa mostra que Cleitinho já está acima de 50% em votos válidos. Isso significa que ele pode vencer no primeiro turno.

Mimi

Verdade. A menos que muita gente mude de voto ou que haja uma mobilização grande dos indecisos — e tem bastante gente indecisa em todos os cenários.

Mark

Quanto de gente indecisa?

Luke

Entre 12% e 16% em cada cenário de segundo turno. Mais 15% a 20% de votos em branco ou nulo. Isso é bastante margem para movimento.

  • Com 54% dos votos válidos e margem de erro de apenas dois pontos, Cleitinho Azevedo ocupa uma posição que poucos adversários conseguiriam reverter dentro do tempo que resta.
  • Patrus Ananias, com 23%, representa o principal contraponto ideológico da disputa, mas a distância de 31 pontos percentuais torna qualquer virada uma tarefa de proporções históricas.
  • Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte e nome de peso no estado, aparece com apenas 10% — sinal de que sua trajetória política ainda não se converteu em intenção de voto expressiva para o governo.
  • Em todos os quatro cenários de segundo turno testados, Cleitinho supera os 50%, enquanto seus adversários não ultrapassam os 23%, revelando uma hegemonia que resiste a qualquer combinação de oponentes.
  • Os altos índices de indecisos e votos em branco nos confrontos simulados — chegando a 35% em alguns cenários — indicam que parte do eleitorado ainda não se engajou plenamente, deixando margem para movimentos futuros.

Em Minas Gerais, estado que historicamente inclina o destino das eleições nacionais, o senador Cleitinho Azevedo desponta com uma vantagem que transcende a aritmética eleitoral — ela sugere uma convergência de expectativas em torno de uma figura que, por ora, parece encarnar o que o eleitorado mineiro busca. A pesquisa Quaest, realizada com mais de três mil eleitores nos primeiros dias de outubro de 2026, revela 54% dos votos válidos para Azevedo, deixando Patrus Ananias com 23% e Alexandre Kalil com 10%, numa configuração que, mesmo nos cenários de segundo turno, não altera a trajetória do líder.

Uma pesquisa Quaest divulgada no início de outubro de 2026 projeta o senador Cleitinho Azevedo como líder destacado na corrida pelo governo de Minas Gerais. Ouvindo 3.204 eleitores entre os dias 2 e 3 do mês, o levantamento atribui a Azevedo 54% das intenções de voto válido — número que, mesmo descontada a margem de erro de dois pontos percentuais, mantém o senador acima da maioria absoluta.

Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo lugar com 23%, seguido por Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte pelo PDT, com 10%. Os demais candidatos somam fatias modestas: Flávio Roscoe com 6%, Mateus Simões com 4%, Gabriel Azevedo com 2% e Ben Mendes com 1%. Outros três nomes não registraram votação mensurável.

O instituto também simulou quatro confrontos de segundo turno, e em todos eles Cleitinho manteve a liderança com folga. Contra Patrus Ananias, o senador chegaria a 53% contra 22% do petista. Diante de Kalil, a proporção seria de 53% a 17%. Nos embates com Mateus Simões e Flávio Roscoe, Cleitinho alcançaria 54%, enquanto os adversários ficariam em 10% e 12%, respectivamente. Em todos os cenários, parcelas significativas de indecisos e votos em branco ou nulos ainda compõem o quadro, lembrando que a eleição permanece aberta a movimentos do eleitorado que ainda não se decidiu.

Uma pesquisa divulgada no sábado coloca o senador Cleitinho Azevedo em posição confortável na disputa pelo governo de Minas Gerais. O levantamento Quaest, que ouviu 3.204 eleitores nos dias 2 e 3 de outubro, mostra Azevedo com 54% das intenções de voto válido — uma margem substancial em um estado que historicamente define eleições presidenciais no país.

O segundo colocado, Patrus Ananias do PT, aparece com 23% das intenções. Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte pelo PDT, marca 10%. Os demais candidatos ficam bem abaixo: Flávio Roscoe (PL) com 6%, Mateus Simões (PSD) com 4%, Gabriel Azevedo (MDB) com 2% e Ben Mendes (Missão) com 1%. Henrique Áreas (PCO), Indira Xavier (UP) e Rafael Duda (PSTU) não registraram votação mensurável.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Isso significa que a liderança de Cleitinho permaneceria acima de 50% mesmo no cenário mais conservador.

O instituto também testou quatro cenários de segundo turno. Em todos eles, Cleitinho mantém a vantagem. Contra Patrus Ananias, o senador chegaria a 53% enquanto o petista ficaria em 22%, com 13% de votos em branco ou nulo e 12% de indecisos. Num confronto com Kalil, Cleitinho teria 53% contra 17% do ex-prefeito, com 15% de votos em branco, nulo ou nenhum e 15% de indecisos. Contra Mateus Simões, a vantagem seria ainda maior: 54% para Cleitinho e apenas 10% para o governador, com 20% de votos em branco, nulo ou nenhum e 16% de indecisos. No último cenário testado, contra Flávio Roscoe, Cleitinho alcançaria 54% enquanto Roscoe ficaria em 12%, com 19% de votos em branco, nulo ou nenhum e 15% de indecisos.

É importante notar que votos válidos — aqueles dados diretamente a um candidato — diferem do total de comparecimentos às urnas. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores. Isso significa que a porcentagem apresentada reflete apenas a proporção entre quem escolheu um candidato, não necessariamente todas as pessoas que votaram.

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.
— Instituto Quaest
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