Em Minas Gerais, o senador Cleitinho avança com folga rumo ao governo do estado mais populoso do Brasil fora de São Paulo, carregando nas pesquisas uma maioria que dispensaria um segundo turno. O levantamento da Quaest, realizado nos primeiros dias de outubro de 2026, revela não apenas uma liderança numérica, mas um distanciamento que coloca os demais candidatos em posição de difícil recuperação. Como toda sondagem, o retrato é do instante — e o tempo entre a pesquisa e as urnas guarda sempre suas próprias surpresas.
Cleitinho lidera com 54% dos votos válidos em Minas Gerais, aponta Quaest
54% dos votos válidos garantiria vitória no primeiro turno
Por que essa margem de 31 pontos é considerada tão decisiva?
Porque em eleições, uma diferença desse tamanho é praticamente intransponível. Mesmo que houvesse movimento de voto nos últimos dias, seria muito difícil Cleitinho perder essa vantagem.
Mas a margem de erro é de dois pontos. Então tecnicamente Cleitinho poderia estar entre 52% e 56%, e Patrus entre 21% e 25%. A diferença mínima seria 27 pontos — ainda enorme, mas vale mencionar.
Como a Quaest chegou nesses números?
Entrevistou 3.204 pessoas presencialmente em Minas Gerais nos dias 2 e 3 de outubro. Depois usou um modelo que tenta prever quem realmente vai votar.
O "likely voter" é importante aqui. Nem todo entrevistado que diz que vai votar realmente vai. A Quaest tenta corrigir isso, mas é uma estimativa dentro de uma estimativa.
Se Cleitinho vencer no primeiro turno, o que muda?
Muda tudo. Não há segundo turno, a campanha acaba mais cedo, e ele já começa a transição para o governo com essa legitimidade de vitória clara.
Mas isso é condicional. A pesquisa é um retrato de um momento específico — 2 e 3 de outubro. Faltam dias para a eleição. Coisas podem acontecer.
Der Puls
- Cleitinho concentra 54% dos votos válidos, margem que, se confirmada, encerraria a eleição mineira já no primeiro turno.
- A distância de 31 pontos para Patrus Ananias, segundo colocado com 23%, torna a disputa assimétrica e pressiona os demais candidatos a redefinirem suas estratégias.
- Kalil, Roscoe e Simões somam juntos apenas 20%, sinalizando que o campo opositor está fragmentado e sem candidatura de aglutinação.
- A metodologia 'likely voter' da Quaest filtra eleitores com real intenção de comparecer às urnas, tornando a projeção mais conservadora e, por isso, mais robusta.
- A pesquisa, contratada pela TV Globo e registrada no TSE, entrevistou 3.204 pessoas com margem de erro de dois pontos — intervalo que não ameaça a liderança de Cleitinho.
Em Minas Gerais, o senador Cleitinho avança com folga rumo ao governo do estado mais populoso do Brasil fora de São Paulo, carregando nas pesquisas uma maioria que dispensaria um segundo turno. O levantamento da Quaest, realizado nos primeiros dias de outubro de 2026, revela não apenas uma liderança numérica, mas um distanciamento que coloca os demais candidatos em posição de difícil recuperação. Como toda sondagem, o retrato é do instante — e o tempo entre a pesquisa e as urnas guarda sempre suas próprias surpresas.
Uma pesquisa da Quaest divulgada no sábado desenhou um cenário de liderança expressiva para o senador Cleitinho, do Republicanos, na disputa pelo governo de Minas Gerais. Com 54% dos votos válidos — aqueles que efetivamente entram na contagem, excluídos brancos e nulos —, ele estaria a um passo de vencer já no primeiro turno, sem necessidade de um segundo confronto.
Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo lugar com 23%, seguido por Alexandre Kalil, do PDT, com 10%. Flávio Roscoe, do PL, soma 6%, e Mateus Simões, do PSD, fecha com 4%. A diferença de 31 pontos entre o primeiro e o segundo colocado é considerada confortável dentro da metodologia adotada.
O levantamento foi feito de forma presencial entre os dias 2 e 3 de outubro, com 3.204 entrevistados de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. O instituto aplicou o modelo 'likely voter', que pondera a real propensão de cada eleitor de ir às urnas, refinando a estimativa além da simples intenção de voto.
O método dos votos válidos espelha o cálculo oficial da Justiça Eleitoral, excluindo indecisos e focando em quem já declarou preferência. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no TSE sob o protocolo MG-06889/2026. Como toda sondagem, ela captura um momento — e o intervalo até o dia da eleição reserva espaço para que o cenário se mova.
Uma pesquisa divulgada no sábado mostrou o senador Cleitinho, do Republicanos, com uma vantagem substancial na corrida pelo governo de Minas Gerais. Segundo o levantamento da Quaest, ele reúne 54% dos votos válidos — aqueles que efetivamente contam para a apuração, excluindo brancos e nulos. Essa margem seria suficiente para vencê-lo já no primeiro turno, encerrando a disputa sem necessidade de um segundo confronto.
O segundo lugar ficou com Patrus Ananias, do PT, que aparece com 23% dos votos válidos. A diferença entre o primeiro e o segundo colocado é de 31 pontos percentuais, uma margem que a metodologia da pesquisa considera confortável. Alexandre Kalil, pelo PDT, aparece em terceiro com 10%. Flávio Roscoe, do PL, soma 6%, e Mateus Simões, do PSD, fecha a lista com 4%.
A Quaest conduziu o levantamento de forma presencial, entrevistando 3.204 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto utilizou o modelo chamado de "likely voter", que pondera a propensão dos eleitores de realmente comparecerem às urnas, refinando assim a estimativa.
O cálculo dos votos válidos exclui os eleitores indecisos, focando apenas naqueles que já declararam uma preferência. Esse método espelha o procedimento que a Justiça Eleitoral adota para calcular o resultado oficial das eleições. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MG-06889/2026.
Se o resultado se confirmar nas urnas, Cleitinho encerraria a disputa no primeiro turno, evitando a incerteza e o desgaste de uma segunda votação. A pesquisa oferece um retrato do momento, mas como toda sondagem, carrega suas limitações: a margem de erro de dois pontos significa que os números reais podem variar dentro desse intervalo, e eventos entre a coleta dos dados e o dia da eleição podem alterar o cenário.
Bemerkenswerte Zitate
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%— Quaest