Em um momento em que a inteligência artificial deixa de ser coadjuvante para reivindicar o centro do trabalho humano, Claude lançou seu próprio processador de texto, desafiando diretamente o Microsoft Word e o Google Docs. O movimento não é apenas técnico — é uma declaração de que as plataformas de IA aspiram a ser o ambiente completo onde as pessoas vivem sua produtividade, e não apenas uma ferramenta auxiliar dentro dele. A história que se desenrola é antiga: novos atores testam se a conveniência e a integração podem superar décadas de familiaridade e confiança acumuladas.