Fragmentos rochosos guardados em museus britânicos por mais de um século revelaram, após reanálise em 2026, a existência de um escorpião com mais de um metro de comprimento que habitou a Terra há 415 milhões de anos. Batizado de Praearcturus gigas, o animal reposiciona nossa compreensão sobre quando os grandes predadores artrópodes emergiram na história da vida — muito antes do que a ciência supunha. É um lembrete de que o passado não está esgotado: ele aguarda, silencioso, nas prateleiras de coleções que ainda não terminamos de ler.