No início de setembro, o Teatro Vivo em São Paulo tornou-se palco de um diálogo raro: vozes da ciência, da arte, da educação e dos povos originários reunidas para interrogar, juntas, o destino do planeta e o lugar da tecnologia na vida humana. O encontro, curado pela Mandalah, não se propôs a lamentar o que se perde, mas a imaginar o que ainda pode ser construído. É um sinal de que a conversa sobre sustentabilidade começa a escapar dos círculos especializados para alcançar a textura mais ampla da cultura.