Há décadas, a gripe escapa às vacinas convencionais pela simples razão de que o vírus muda mais depressa do que a ciência consegue acompanhar. Investigadores norte-americanos da Universidade de Michigan apresentaram agora uma abordagem diferente: nanopartículas revestidas com uma proteína viral mais estável, capaz de proteger ratos contra três estirpes distintas do vírus. É um passo modesto, mas filosoficamente significativo — em vez de perseguir a mudança, a ciência tentou ancorar-se naquilo que permanece.