Na Universidade de Minnesota, cientistas atravessaram uma fronteira que a linguagem ainda não sabe nomear: criaram estruturas químicas — batizadas de SpudCells — que crescem, se dividem e competem por recursos, operando com apenas 36 genes. Não são organismos no sentido pleno, mas tampouco são inertes; existem nesse limiar inquieto onde a matéria começa a imitar o que chamamos de vida. O feito reacende uma das perguntas mais antigas da filosofia natural: onde termina a química e começa a biologia?
Cientistas criam célula sintética que cresce, se alimenta e se reproduz
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