No Brasil, a pesquisadora Tatiana Sampaio promove a polilaminina — uma substância experimental para lesão medular — declarando que seus resultados 'não são passíveis de questionamento', numa inversão silenciosa que transforma convicção pessoal em substituto do método científico. Cento e cinco pessoas já receberam a substância por uso compassivo, antes da conclusão dos estudos formais, e sete morreram — sem ligação comprovada, mas também sem a certeza que apenas testes rigorosos poderiam oferecer. O que está em jogo não é apenas uma molécula, mas a distinção entre o que realmente funciona e o q
Cientista abandona método científico na defesa da polilaminina
Sete mortes registradas entre pessoas que receberam polilaminina por uso compassivo, sem ligação comprovada com a substância.