Numa era em que o consumidor questiona o que chega ao seu prato, a ciência oferece uma resposta que dispensa mistérios: os frangos brasileiros crescem mais rápido não por artifícios químicos proibidos, mas pelo acúmulo silencioso de décadas de avanços em genética, nutrição, manejo e saúde animal. O Brasil proíbe o uso de hormônios na avicultura, alinhando-se a padrões internacionais, e a própria lógica econômica tornaria a prática inviável mesmo que fosse permitida. O que parece extraordinário é, na verdade, o resultado de um sistema integrado e rigorosamente otimizado — um retrato de como a c