Em um momento em que a inteligência artificial redefine as fronteiras do poder global, Washington pediu a Pequim que reduzisse o ritmo de seu avanço tecnológico nesse campo — e a China respondeu com uma recusa direta. A troca revela não apenas uma disputa comercial, mas uma divergência profunda sobre quem moldará o futuro tecnológico da humanidade e segundo quais valores. Como em outras grandes corridas históricas, nenhuma das potências parece disposta a piscar primeiro.