Em 2028, a China pretende lançar uma missão a Marte com o objetivo de procurar vestígios de vida primitiva através da recolha de amostras do solo marciano — um empreendimento que os seus responsáveis comparam ao lançamento do Sputnik soviético em 1957. Tal como aquele satélite inaugurou uma nova era da exploração espacial, esta expedição poderá redefinir a forma como a humanidade compreende a sua singularidade no cosmos. A pergunta que a missão carrega não é apenas científica: é existencial.