No fundo do oceano, dois gigantescos escavadores avançam um em direção ao outro, carregando consigo a ambição de uma nação de redesenhar as fronteiras do possível. A China empreende a construção do túnel submarino mais longo do mundo para trens de alta velocidade — um projeto que não é apenas uma proeza de engenharia, mas uma declaração sobre a capacidade humana de dobrar a geografia à sua vontade. O que está em jogo não é somente a conexão de duas margens, mas a redefinição do que significa construir no século XXI.