No teatro das disputas comerciais globais, o Brasil e a China se encontram agora no mesmo corredor da Organização Mundial do Comércio, unidos pela contestação às tarifas impostas pelo governo Trump. Pequim pediu formalmente para integrar as consultas abertas por Brasília em julho, alegando que as investigações americanas sobre trabalho forçado afetam suas próprias exportações e distorcem as condições de concorrência. O episódio revela como medidas comerciais unilaterais criam ondas que alcançam muito além de seus alvos declarados — e como o sistema multilateral, mesmo enfraquecido, continua se