Na costa de Fujian, a China ergueu uma cúpula de aço de 270 toneladas sobre o reator Hualong One de Ningde com uma margem de apenas 6 milímetros — feito concluído em menos de três horas, na primeira tentativa. O gesto é mais do que engenharia: é a afirmação de que uma nação pode dominar, com precisão quase artesanal, as forças que alimentam cidades inteiras. A obra avança em direção a 2029, quando a unidade 5 deverá começar a transformar átomos em luz para milhões de lares.