Na terça-feira, a China formalizou um novo conjunto de regras que aperta o controle estatal sobre a liberdade de movimento de seus cidadãos e de estrangeiros em seu território, invocando a segurança nacional como justificativa central. O gesto não é isolado — insere-se numa longa tradição de governos que traduzem a ansiedade do poder em restrições sobre o corpo e o deslocamento das pessoas. O que muda agora é a escala e a velocidade: sem período de transição, o Estado chinês sinaliza que considera a medida não apenas necessária, mas urgente.
China implementa novas regras de entrada e saída a partir de terça-feira
Cidadãos chineses enfrentam restrições aumentadas à liberdade de movimento e viagem ao exterior.