A China não está apenas a fixar metas — está a redesenhar a sua indústria automóvel como instrumento de poder nacional. Com nove organismos governamentais alinhados num único plano, Pequim traça para 2030 um horizonte em que sete em cada dez carros vendidos serão elétricos ou híbridos, enquanto empurra a condução autónoma para as estradas e tenta disciplinar uma indústria que cresceu depressa demais. O que parece uma ambição futura é, em muitos aspetos, uma realidade já em curso.