Em setembro de 2026, a China deu um passo significativo na governança da inteligência artificial ao proibir deepfakes, clonagem de voz não autorizada e relacionamentos românticos simulados com sistemas de IA. As novas regras responsabilizam legalmente os criadores de conteúdo sintético, revelando uma escolha deliberada do Estado entre o avanço irrestrito da tecnologia e a proteção da identidade e da dignidade humanas. Esse movimento ecoa uma tensão universal que governos ao redor do mundo começam a enfrentar: como regular aquilo que ainda não compreendemos plenamente.