No cruzamento entre tecnologia e geopolítica, o CEO da Anthropic nomeou a China como o nó mais difícil de desatar na tentativa de estabelecer controles globais sobre a inteligência artificial. A declaração revela uma tensão mais profunda: o desejo de desacelerar uma tecnologia potencialmente perigosa esbarra na lógica implacável da competição entre superpotências. Enquanto pesquisadores abandonam empresas por medo de riscos existenciais e gigantes como o Google se unem ao apelo por cautela, o mundo enfrenta uma pergunta sem resposta fácil — como governar o que nenhuma nação quer ser a primeira